Povo Sulista, liberte-se! Noite negra, aço em punho, Sob o signo de guerra fria, Nosso sangue Nossa terra Ritos antigos Chamas ocultas O juramento forjado em mil eras, Povo Sulista, ergam-se! Nenhum tirano tomará o trono, Nossa fúria é a voz do eterno! Marchamos sobre ruínas profanadas, Erguemos punhais contra os traidores, A glória pertence aos indomáveis, Ao espírito