O âmago do sofrimento...O despertar
Em que inspira a maior vontade do mórbido instinto.
Pensamentos doentios, e que guiam em direção as veias abertas.
A crueldade que traz o cinza e o obscurecer da vontade.
Tudo que respira já se encontra morto.
O calor do corpo se vai, a alma lhe escapa.
Os pensamentos lhe escapam...
A lama adentra os poros, a visão é azul, o corpo é azul.
E tu, ser de frágil existência volta ao solo.
De onde os vermes reinam famintos
A existência é rispidamente interrompida.
A respiração morre lentamente.
Um destino cruel para tudo que respira
Esquecimento e decepção
Miséria nossa...
Um cruel destino para tudo que respira
Um cruel destino, Fecha teus olhos...Ceifa tua fraca luz,
Que reine a morte...E que a escuridão seja sua única verdade
Que apodreça a carne,
Que decaia a bondade,
Que alimentem os abutres com teus sonhos
Que eles vomitem...
Teu destino...