Nebro, o filho do aborto, o órfão do cosmo, o caos que emana do abismo em um mar infinito. Nebro, a matéria sem vida, o corpo sem alma, As lágrimas nos olhos de Sofia, a luz destruída. Nebro, a queda dos eons, o mistério que habita, em realidades estranhas até a morte pode ser vencida. Nebro, o cadáver celeste, a presença da lua, o infinito lamento o hino que traz a loucura. Não está morto o que eternamente jaz inanimado, o regresso do pesadelo, o oceano esconde o rito negro. A lua sangrenta, as velas acesas a invocação antiga, o sacrifico te chama do abismo e reanima a matéria sem vida. Contemplo a última e disforme visão do caos, a blasfêmia, A visão do eterno deus morto. O fim traz o medo inenarrável, Apocalipse, o sol negro brilhará de novo. Ia Ia cthulhu fhtagn.