Asphodel, Seu triste destino que nos uniu. Ao olhar pro céu, eu vejo a mentira que nos iludiu. Asphodel, Estrelas que brilham no morto céu. Asphodel, Teu pálido encanto envolvido em frio. Onde os mortos encontram abrigo, alívio para os caídos, alento para os feridos, refúgio para os perdidos. As estrelas são suas planícies, o pálido brilho que leva ao abismo. Sua força etérea entorpece ao chamado do oculto somos seduzidos. Atravesse o véu que nos separa, Eleve sua mente ao desconhecido. O caminho que leva a verdade há muito tempo fora perdido. Seu grito de horror ecoa no vazio, o chamado que desperta o terror antigo. Seu desejo é o medo, loucura e desprezo. Tua luz é tão morta, quanto o sonho de Nebro. Eu vejo o imenso céu negro, Teu silêncio, o Vazio do mundo. O insano Deus e seu sono soturno, Teu desprezo só reflete seus medos. Veja a flor estrela Asphodel, teu brilho insano em meio aos Céus, tua luz é a porta do abismo, grito que ecoa no infinito. O renascer do velho Deus, o antigo medo obscuro, o caos que rasga o véu negro, resplandecer do fim do mundo.