Caído sob o véu cinzento, um vazio onde os ecos lamentam
Uma alma perdida, um núcleo a sangrar
O silêncio eterno continua a gritar
As estrelas fogem, os céus desaparecem
Uma sombra espectral nos limites aparece
O peso do nada, a maldição do tempo
Um paradigma sombrio, um tormento…
Afogo-me na maré abissal
Onde a razão não existe, os deuses falharam
Numa noite sem fim, uma chave perdida
Abre a porta da eternidade perdida!
Gritos de desespero, sussurros do fim
Uma tumba cósmica, meu eterno jardim
Através de tempestades de dores sem igual
Eu renasço, profano, no infernal
Eu renasço, profano, no infernal…
Colapse o vazio, devore a luz
Liberta a besta, a noite conduz
Não há salvador, nem estrelas a brilhar
Apenas a escuridão onde vamos ficar…