No ventre negro do cosmos infinito A espiral da morte ruge sem abrigo Estrelas despedaçam-se em gritos ancestrais E do abismo nascem os deuses fatais No caos primordial, onde o tempo sangra Universos Sucumbem Destruídos pela marreta da criação! Devorador de mundos, destruidor da ilusão Entre as sombras do nada, tudo se desfaz… Devorador de mundos, destruidor da ilusão Entre as sombras do nada, tudo se desfaz! Os deuses enlouqueceram num eterno delírio Criam e destroem, buscando seu martírio A vida é o sacrifício à fúria da verdade! O grito do vácuo é o hino da ruína Ecoando na vastidão onde a ordem termina Erguemos o cálice à loucura Final! À loucura Final! Devorador de mundos, destruidor da ilusão Entre as sombras do nada, tudo se desfaz…