Comeu o pão Que o diabo amassou A fome era tanta Que nem mastigou A vida era seca Regurgitou Aprendeu com o não E não se entregou Remoeu então: Quem é que castiga? Ser não era nada Ter é que valia Os dias eram brutos Ao que rumina Morreu no chão Que o sol nunca brilha Fruto de um mundo injusto Cujo futuro acaba podre