as unhas sujas de terra me incriminam os olhos fundos e opacos não me deixam mentir me entorpeço com o vazio que atravessa o campo a essa altura não há lei que me condene diante da cova aberta encaro meus inimigos e em silêncio, retorno ao ventre do universo nosso fim será o mesmo nosso fim será o mesmo todo fim será o mesmo todo fim será o mesmo