No ventre negro da terra maldita
O véu da morte estremece e rasga
Dos túmulos ergue-se um canto profano
Um feitiço entoado em sombras e dor
Nada é vida…
Tudo é tormento
Nada renasce…
Só a agonia eterna
Os mortos marcham semeando a peste
Seus ossos rangem, sua fome cresce
Um coro blasfemo ressoa no abismo
No ritual negro da necromancia da agonia
As veias secam, os olhos queimam
A carne apodrece ao toque do tempo
Mãos descarnadas rasgam a noite
Invocam o caos num hino de trevas
Nada é vida…
Tudo é tormento
Nada renasce…
Só a agonia eterna
Os mortos marcham semeando a peste
Seus ossos rangem, sua fome cresce
Um coro blasfemo ressoa no abismo
No ritual negro da necromancia da agonia
A magia antiga corrompe os céus
O sangue é a chave, a dor é o preço
Círculos gravados em chagas abertas
Símbolos escritos com lágrimas e cinza
Nada é vida…
Tudo é tormento
Nada renasce…
Só a agonia eterna
Os mortos marcham semeando a peste
Seus ossos rangem, sua fome cresce
Um coro blasfemo ressoa no abismo
No ritual negro da necromancia da agonia