A noite cai, o altar é sangue
As lâminas brilham, os corpos tremem
A terra bebe a dor do sacrifício
O incenso é fumo de almas partidas
O aço fende, a carne se parte
Os gritos são hinos que o vento carrega
Nada é sagrado, nada é puro
Somente o massacre, somente o horror
Os corpos caem, sem nome ou razão
A terra consome, a carne se entrega
Cada respiração é um último suspiro
Na liturgia da carnificina, onde morrem os vivos
Os cânticos são gritos de agonia
Ecoando nas paredes de pedra fria
As mãos sangram, os olhos cegos
A dor é o rito, o sofrimento a oferenda
O aço fende, a carne se parte
Os gritos são hinos que o vento carrega
Nada é sagrado, nada é puro
Somente o massacre, somente o horror
Os corpos caem, sem nome ou razão
A terra consome, a carne se entrega
Cada respiração é um último suspiro
Na liturgia da carnificina, onde morrem os vivos
O aço fende, a carne se parte
Os gritos são hinos que o vento carrega
Nada é sagrado, nada é puro
Somente o massacre, somente o horror
Os corpos caem, sem nome ou razão
A terra consome, a carne se entrega
Cada respiração é um último suspiro
Na liturgia da carnificina, onde morrem os vivos
Corações despedaçados em adoração
Almas arremessadas para a escuridão
Rituais de morte, de sangue e vísceras
No templo da carnificina, onde tudo se apaga