Nullius in Verba - Act. 1 Lyrics


Somos as sementes levadas pelo vento

As mentes dementes, embriagadas no tempo

Somos restos mortais de eternos antepassados

Pulsantes desiguais em nós embrenhados

Sente o remanescente, que nos impele

O poder subjacente, a lacerar a pele

Insurgentes, não crentes, somos os deuses

Perdidos, pedintes, seduzimos as nossas cruzes

Para o abismo paradoxal, a eternidade inconsciente

Desprovidos do racional, seremos nova semente

Continuamos a ocupar o vazio

Aos deuses ainda rogamos por uma rota neste rio

Afunda-te no teu ser, concebe o teu próprio universo

Não te deixes desvanecer, revela-te da ambiguidade imersa

Apenas fita o teu reflexo

Qual o teu pesar?

Reconheces o vulto anexo?

Ou não és quem te devolve o olhar?

Os deuses aos quais rogamos

As vitimas do próprio medo

Os deuses nos quais cremos

Somos os únicos com mão neste fado