Nas escuras florestas minha alma vaga sozinha Pelos caminhos profanos Tentadores desejos humanos invoco uma deusa a deusa do sangue à ela dou minha alma por prazeres infames dentro do círculo mágicko um aspéctro surge do chão um pacto eterno é selado me levo a escuridão Nas escuras florestas meu sangue aos deuses é jorrado num rito profano em prazeres carnais insanos das histórias e lendas vindo de primordiais religiões dos mais remotos tempos perdidos não seremos reprimidos.