O Sabor que me incendeia É suado e me embriaga Mostra o inferno em meus olhos E traduz o que é desejo Revela os mistérios Dos quadris de que anseio Um brinde ao criador Destilado pelos deuses na virilha das piranhas Onde seus devassos seguidores saboreiam desse mel A sacerdotisa tequileira corrompe seus libidos E explode em um jato de prazer e euforia Xereco, Xereco, Xereco As Tequilas de Xereco Suor, Sal, Limão