Pesadelos rastejam do berço e caminham ao nosso lado Profecias e glórias stabelecem um enorme desprezo Rasgando as noites promovendo o caos Vejo seu rosto na sombra da lua Ventos gélidos dilacerando Gargantas e corpos imundos Condessa Negra Deusa da Guerra Sombrias são suas vestes Rainha da eterna desordem Mortos e moribundos Peles em decomposição Não se comparam as queimaduras cerebrais Proporcionadas pela fé Mentiras santas são contadas Maníacos venerando o inexistente Pastores de ratos apedrejados Sangrando como enchente Condessa Negra Deusa da Guerra Sombrias são suas vestes Rainha da eterna desordem Sob a lua amarga de inverno Que açoita o céu Acordes noturnos indicam Presságios de destruição Amante do sub-mundo que celebra a chama do ódio Orgiástico caminho negro Refletindo o lado escuro do espelho Condessa Negra Deusa da Guerra Sombrias são suas vestes Rainha da eterna desordem