Emanações do Vazio Adentram pelas fendas da luz Corrompendo em fissuras os limites do firmamento Por onde flamejam a ira dos deuses sombrios Eis o prelúdio do Aeon escuro A essência de nossos espíritos manifesta-se Com sangue estendemos o tapete escarlate Assim vibramos em tua onipotência Para canalizar forças desarmônicas do Caos E materializar o verbo de vossa ira Para destruir os pilares desta Era Revelando a escuridão que há do outro lado Eu vos invoco demônios do Caos Velas negras eu consagro em tua onisciência Meu sangue te invoca, senhor do abismo Tu que pairas nos altares em onipresença Abençoe este cálice em holocausto O rubro veneno que dissolve o espírito de deus