Presos nas garras da tradição,
Correntes invisíveis, escravidão,
sociedade cega, conservadora,
Ignorância sustenta a tortura.
Sangue e dor, gritos no ar,
A opressão é o seu altar.
Ódio ardente, inferno na mente,
rasgam-se as veias,
clamor dissonante!
Na escuridão,
nossa vingança,
sociedade condenada,
sem esperança!
Sem esperança!
Padrões antigos,
legiões de medo,
corações de pedra,
um solo envenenado,
destruindo o novo,
sufocando o futuro,
um ciclo eterno,
destino obscuro!
Na escuridão,
nossa vingança,
Sociedade condenada,
sem esperança!
Sem esperança!
Devorados,
por sombras,
engolidos pela dor.
Na tempestade de ódio,
encontramos o horror!
Gritos de revolta,
ecoando sem fim,
Nosso ódio é a chama que consome!
É a chama que consome!
É a chama que consome!