Como flashes eles rasgam o tecido espacial.
Deixando para trás tumores dimensionais.
O universo adoece e expele as criações mais vulgares.
Como a síntese de objetos cósmico-tumulares.
Sem uma linha de propósito, sem nenhuma direção.
Encontram sentido em distorcer a criação.
Para os que sabem observar suas sinapses vindas do nexus.
Elas pulsam no cérebro inchado do universo.
Conectados em velocidade incalculável, como um enxame.
O Macrocosmo está doente, infectado em sua trama.
De suas ações grandes planos desaparecem.
Zonas nulas deixadas sob medalhões de ébano.
Prosperidade agora é poeira estelar.
Suspensa até o arauto dos destruidores astrais.
Quando os trompetes da criação tocarem ao contrário.
Cada nota de seu objetivo irá corroer a matéria.
Toda vasta planície cairá em escuridão.
Todas as estrelas estarão desligadas.
Todo o espaço torcendo sua lógica.
Toda a ignição estará paralisada.