Sentado em seu pedestal empoeirado Com seu ar putrido de superioridade Esconde a dor que fragiliza Engraquece e inferioriza sua mísera carcaça Há sempre um ponto cego em sua visão Que não enxerga a dor alheia Crês que és um Midas ao contrário Tocando com seu dedo afiado e ferindo os que ama