Vento frio carregado de melancolia Congela o sangue esfria a alma Caminhando sem sentir o chão Visões negras encobrem a luz Introspectivas alucinações Cercado de atormentações Destino vingativo Cerceou minhas forças Até adoecer a carne Condenar o espírito A total trevas Ao profundo abismo Profundo...abismo... Vento frio, cantos assombrosos Ecos pela noite, mortos a cantar Nesta estação congelante Na sepultura, vermes a afagar Não estou sozinho São milhares ao meu lado Cadavéricas faces de horror Lado fétido do ser humano Beleza em ossos Depois do fim, ao pó O poder torna-se nada Memórias esquecidas Profundo...abismo... “Ao profundo abismo Na interminável jornada Depois do fim O recomeço Agonizante Perpétuo”