Que terra é esta que me consome Depois de desvario e insanidade Na hora da verdade Na lápide somente restos Castelo de orgulho Erguido sobre areia Não sustenta a falsa impressão Que sobressalteia Nas paredes escuras De uma masmorra estreita Paralisa o vislumbre Da funesta alma feia Como um fantasma se refugia na solidão da natureza moribunda Enterrado sob a árvore torta Escuta a final elegia Sirva-te terra Do desgosto que recai As vozes que sussurram incessantes Ecoarão pela eternidade