Laje esculpida, Novo aposento. Alma esquecida Neste grandioso monumento. O reino desolador, Soturno, nevoento. Sob o véu de cimento, O carma é ditador. Vulto piedoso Ao luar cinzento Busca o repouso Neste ominoso monumento. O retiro indolor Dos falsos sentimentos, Dos fúteis pensamentos Sem valor. Imponente, alvacento, Ergue-se o monumento, Monumento das ossadas Que jamais serão lembradas.