O velho manto, Outra vez e sempre, Repousando sob outro lar, Desafia a fé De todos que ali estão. Monstro manto Gritos que suplicam, Sussuros que insistem Que querem ser também cobertos Pelo mesmo monstro manto Para aliviar a dor. Um abismo que se abre Embaixo de seus pés, Uma chaga que se alastra Pelo petrificado coração Amaldiçoando deus E todos os seus anjos