Forjei minha espada de aço e conquistei A liberdade que um dia esperei A coragem de um destruidor A vingança mortal de um sonho indolor Uma princesa tirada de mim Guerreira de aço no mundo sem fim Roubar e matar onde os fracos não vivem Meus inimigos tem receio e vertigem Vingança e ódio do bárbaro conquistador Fúria mortal do terrível destruidor Espada selvagem erguida dominando o mal Raiva Ciméria mantida na sobra do caos Trilhando caminhos e combates mortais Com a força imponente e o grito voraz Minha espada selvagem e o reino de Crom Mulheres, pilhagens terei o que é bom Na estrada da Ciméria, uma bruxa matei Guerreiros selvagens eu trucidei Conquistando reinos que um dia neguei No trono de Crom com Valéria estarei. Guerreiros de fogo do caos Enfrentando a face do mal Aventureiros do templo sombrio Dagon não causa arrepio Uma trilha o mago mostrou Um resgate se revelou Na seita maldita, uma nova invasão A cabeça do líder na palma da mão. Guerreiros de fogo do caos Enfrentando a face do mal